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Folia do Divino


Folia do Divino

A devoção do Divino Espírito Santo chegou ao Brasil junto com os portugueses e em Santo Antônio da Patrulha, mais especificamente, com os açorianos. É comemorada no domingo de pentecostes, ou seja, cinqüenta dias depois da Páscoa.

O nome folia acredita-se ter sido, primitivamente, um motivo coreográfico que acabou incorporando-se aos festejos religiosos.

A Folia do Divino constitui-se de um grupo de pessoas, que fazendo parte ou não de uma irmandade religiosa, sai de porta em porta, tanto no meio urbano quanto rural, levando à frente uma bandeira e através de louvações solicitam contribuições para os festejos do dia votivo. Essa bandeira, geralmente vermelha, acompanhada de um tambor, tem ao centro uma pombinha branca de asas abertas, bordada ou aplicada, significando o Divino Espírito Santo.

Os membros de uma folia são denominados: mestre, ajudante de mestre, contramestre, ajudante de contramestre, além do procurador e do tamboreiro, este imprescindível. Ao som de gaita, violão, rabeca, e às vezes triângulo, cantam eles quadrilhas mais ou menos decoradas.

Em uma folia distinguem-se seis momentos principais: chegada à frente da casa; entrada na residência; louvação; peditório; agradecimento e despedida.